terça-feira, agosto 27, 2002

boaaaaaaaaaaaaaaaaaaa noiiiiiiiiiteeeeeeeeeeeeeeeeeeeee dizia o coelho já deitando em seu colchão que flutuaria e o arrastaria pela água para bem longe de todo aquele pesadelo, até a escuridão quente e confortável de sua toca ... e todos aqueles sonhos de gramados verdes milimetricamente perfeitos e tubérculos improvavelmente deliciosos... o sonhar girando rodopiando e contando histórias distantes e aconchegantes... assim... assim... assim mesmo... oh deus acabe de uma vez com todos esses poetas estúpidos...